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domingo, 26 de maio de 2013

O FIM DO TERCEIRO REICH

Depois de anos de lutas, a guerra no velho continente estava prestes a acabar

Os anos passaram e a luta no continente europeu continuou, os aliados mantiveram suas vitórias sobre o Eixo, o 9º exército americano capturou Monchengladbach em 1º de março de 1945 e no mesmo mês os russos ocuparam Colônia e ficam mais próximos do porto alemão de Stettin. Aviões americanos bombardearam uma parte da cidade de Tóquio, no Japão. Dias depois, em 27 de março, em uma medida desesperada os alemães lançaram sua última bomba V-2 contra a Inglaterra. No dia 29, o exército americano capturou Frankfurt, ao mesmo tempo que começou o bombardeio de Okinawa, Japão.
Em 1º de abril, o 1º e 9º exércitos americanos fizeram sua junção em Lippstadt, completando o cerco do Ruhr. Depois de       quatro dias, a Hungria foi libertads dos alemães. No dia 12, o presidente americano Roosevelt morreu, sendo substituído pelo vice, Harry Truman. Dez dias se passaram e as forças russas iniciam um ataque a Berlim. No dia 29, representantes do exército alemão assinaram as condições de redição, mas as hotilidades só acabariam no dia 2 de maio. No último dia de abril, Hitler se suicidou no bunker da chancelaria, enquanto as forças russas chegaram ao edifício do Reichtag.

Fonte: 
O Portal da História
*Escrito por Lucas Valério

sábado, 25 de maio de 2013

Batalha do Golfo de Leyte

Em 23 de outubro iniciou-se a Batalha do Golfo de Leyte, a maior batalha naval da história contemporânea. Aconteceu em torno da ilha de Leyte, nas Filipinas, entre o Japão e os Aliados.

As quatro áreas da Batalha do Golfo de Leyte,
em cada uma delas houve uma batalha naval
A batalha foi uma campanha naval dividida em quatro batalhas correlatas: Batalha do Mar de Sulu, Batalha do Estreito de Surigao, Batalha do Cabo Engaño e Batalha de Samar.

Os objetivos dos Aliados ao invadirem a ilha de Leyte era cortar a ligação e as linhas de suprimento entre o Japão e o resto de suas colônias do Sudeste Asiático, principalmente o fornecimento de petróleo para a marinha japonesa. Os japoneses, por sua vez, reuniram todas as suas principais forças navais que ainda estavam na guerra para reprimir o desembarque das tropas aliadas, mas falharam em seu objetivo, sendo derrotados e sofrendo pesadas baixas.

A Batalha do Golfo de Leyte foi o último grande confronto naval da II Guerra Mundial, porque após sua derrota a Marinha Imperial Japonesa não mais teve condições de colocar em combate uma força naval significativa, e sem combustível para seus navios restantes aguardou pelo fim da guerra ancorada em suas águas territoriais. Foi em Leyte que aconteceram, pela primeira vez na guerra, os ataques suicidas dos aviões kamikaze japonês, contra a frota norte-americana no teatro da Guerra do Pacífico.

A frota japonesa não foi destruída em Leyte, porém sua derrota em defender as águas Filipinas permitiu que ficassem longe dos recursos petrolíferos e ao alcance dos bombardeios americanos, abrindo caminho para a invasão de Iwo Jima e Okinawa.


A Batalha terminou em 26 de outubro, com o poderio aeronaval japonês dizimado pela marinha americana.

Fonte:
*Escrito  por Larissa Godoy

sexta-feira, 24 de maio de 2013

O Brasil entra na 2ª Guerra Mundial

O Brasil não é um país com um poderio militar grande, mas no ano de 1944, o país tupiniquim mostrou que sabe lutar.

Até o ataque à Pearl Harbor feito pelo Japão, o Brasil se manteve neutro na guerra, porém quando os EUA entraram na guerra, Getúlio Vargas, o então presidente, precisou escolher de que lado lutaria, e ele acabou por apoiar os Aliados.

Os 2° e 3° escalões da Força Expedicionária Brasileira (FEB) chegam ao porto de Nápoles, Itália, no dia 6 de outubro de 1944. Eles se juntaram ao 1º escalão, que havia chegado no 16 de julho.

O Brasil era representado por 25 mil homens que saíram do país e foram lutar no Teatro de Operações durante a 2ª Guerra Mundial. Mas sua importância está muito mais no desempenho de seu papel como agente de memória social da participação brasileira na guerra do que como grupo de pressão política.

A FEB entrou em combate em meados de setembro de 1944 no vale do rio Serchio, ao norte da cidade de Lucca. As primeiras vitórias ocorreram já em setembro, com as tomadas de Massarosa, Camaiore e Monte Prano. Só no final de outubro, na região de Barga, a FEB sofreu seus primeiros reveses.
                                 

CURIOSIDADES

A FEB permaneceu seguidamente duzentos e trinta e nove dias em combate. Como  comparação, temos as quarenta e quatro divisões americanas que combateram no norte da África e Europa entre novembro de 1942 e maio de 1945, das quais apenas doze estiveram ininterruptamente mais dias em combate que a divisão brasileira.
General alemão se rendendo à FEB

Antes da rendição das forças alemãs ser oficializada a 2 de maio de 1945, a 148ª divisão foi a única divisão alemã capturada integralmente, incluindo seu comando, por uma força aliada ( no caso, a 1ª Divisão Brasileira ) durante toda a campanha da Itália. Pois desde a invasão da Sicília em julho de 1943 até a ofensiva na primavera de 1945, todas as demais divisões, independente das perdas sofridas, conseguiram se retirar ao norte sem se renderem.

“Soldaten ergebt euch ihr seid umringt”
(Soldados, se rendam, vocês estão cercados)
Durante a tomada de Montese (abril de 1945) houve uma homenagem singular prestada a três soldados brasileiros que, em missão de patrulha, ao se depararem com toda uma companhia do exército alemão, tendo recebido ordem para se renderem, se recusaram e morreram lutando. Como reconhecimento à bravura e à coragem daqueles soldados, pela forma como combateram, os alemães os teriam enterrado em covas rasas e, junto às sepulturas, colocado uma cruz com a inscrição "drei brasilianischen helden" (três heróis brasileiros). Eram eles: Arlindo Lúcio da Silva, Geraldo Baeta da Cruz e Geraldo Rodrigues de Souza. Existe hoje no pátio de formatura do batalhão a qual pertenciam um monumento que os reverencia.
Fonte:
Wikipédia

*Escrito por Larissa Godoy


quarta-feira, 22 de maio de 2013

O Começo do Fim da Guerra


Uma guerra não é feita só de batalhas. Muito mais importante é a estratégia usada por trás de cada investida. A Batalha da Normandia foi a cartada de mestre para o grupo dos Aliados. 

Para entendermos melhor esta história, precisamos voltar um pouco no tempo. Em 1940 o território europeu sofreu invasões nazistas por todos os lados. A França não ficou de fora. Seu território (estratégico) foi tomado por soldados nazistas que ali se instalaram e ficaram por muito tempo.

Local onde travou-se a Batalha
Em 1943, os Aliados planejavam um ataque ao território Alemão, mas, pelo difícil acesso, achavam que fosse impossível. Porém o militar inglês Frederick Morgam começou então a arquitetar um plano de ataque pelo litoral.  No mesmo ano, ele apresentou tal plano, com o nome de Operação Overlord. Tratava-se de um ataque ao território francês pela praia da Normandia, no ano seguinte.

Hitler e o comandante do exército alemão, Rommel, desconfiavam do plano dos Aliados, mas divergiam quanto ao local do ataque.  Pode parecer uma falha boba, mas custou ao Führer mais caro do que podia imaginar.

Muralha do Atlântico
O dia do ataque foi 6 de junho de 1944, mas antes mesmo do Dia D, como ficou conhecido, os pára- quedistas e bombardeios aéreos e navais já haviam chegado. A defesa dos nazistas era a chamada “Muralha do Atlântico”, que havia sido recém construída. Porém, tal muralha não obteve muito êxito em impedir a entrada dos mais de 185.000 homens e 20.000 veículos aéreos, marítimos e terrestres.

As ações da batalha foram divididas por praias. “Americanos atacaram Utah e Omaha enquanto anglo-canadenses atacaram Juno, Gold e Sword”, segundo o site Info Escola. Estas divisões estratégicas foram um motivo a mais de tal ataque ter dado certo. Logo, apesar da fortíssima resistência nazista, os soldados foram invadindo o território francês terra adentro.

Tropas desembarcando
A Batalha de Normandia é conhecida por ser o maior ataque anfíbio da História.  Foi, em verdade, “o começo do fim da guerra”. Depois dele, o exército de Hitler foi duramente pressionado e perdeu as suas forças aos poucos. Com esta batalha, podemos aprender que muito maior que a força física é a força estratégica, e é nela que devemos apostar. 

Fonte:

*Escrito por Vanessa Beraldo

terça-feira, 21 de maio de 2013

Navio alemão x Bombardeiro inglês


Tirpitz (couraçado)

O nome Tirpitz (navio alemão) vem do almirante Alfred von Tirpitz e sua construção começou em 2 de novembro de 1936, sendo concluída em fevereiro de 1941. Durante este período, bombardeios britânicos tentaram impedir a construção do cargueiro, mas, sem sucesso, conseguiram apenas tardar sua finalização. 

Foi usado como uma segurança marítima pelos nazistas, intimidando possíveis ataques marítimos.
Armado com canhões 380 mm, montado em quatro torres de armadilha, era 2.000 toneladas mais pesado que seu irmão, o Bismarck. Participou de um ataque à ilha Spitsbergen, pertencente aos noruegueses e russos, sendo esta a única vez que ele atirou sua bateria principal em combate.

Os ingleses temiam um embate com o navio alemão, seus barcos eram inferiores, por isso foram inúmeros os ataques da RAF (Royal Air Force) à embarcação, que se iniciaram em 1942 e terminaram em 1944. Foi então que bombardeiros Avro Lancaster destruíram-no. Um incêndio do convés espalhou rapidamente o depósito de munição, causando uma enorme explosão. Entre 950 e 1204 pessoas morreram.

Bombardeiro Avro Lancaster

O Avro Lancaster foi o melhor e o mais famoso bombardeiro quadrimotor britânico da Segunda Guerra Mundial. Nasceu em 1941 como espólio do fracassado bombardeiro bimotor Avro Manchester. Foi um dos trunfos do exército britânico contra os nazistas, fundamentais para a derrota das tropas de Hitler.

Os 7.366 exemplares produzidos realizaram 156.000 missões, lançando 608.612 toneladas de bombas. Entre as suas missões está o afundamento do Tirpitz em novembro de 1944.

Fontes:

Escrito por Filipe Pontes dos Santos

sábado, 18 de maio de 2013

Conferências no Egito e no Irã

Conferência do Cairo

A Conferência do Cairo (capital do Egito) foi realizada entre 22 e 26 de novembro de 1943. Foi discutido sobre a posição dos Aliados contra o Japão e tomou decisões sobre a Ásia depois da guerra.


Os três presidentes
Estiveram presentes os presidentes dos EUA, Franklin Roosevelt, do Reino Unido, Winston Churchill, e da República da China, Chiang Kai-shek. O líder da URSS, Joseph Stálin, se recusou a comparecer, alegando que a presença do Chiang causaria provocação entre a URSS e o Japão*. Stálin se encontrou com Roosevelt e Churchill em Teerã para a Conferência de Teerã.

A Declaração do Cairo foi assinada em novembro e liberada em um comunicado em dezembro, nela continha as intenções dos aliados de continuarem impondo as forças militares até o Japão se render.

As três principais cláusulas da declaração eram:
  • O Japão será despojado de todas as ilhas do Pacífico que tenha apreendido ou ocupado desde o início da Primeira Guerra Mundial em 1914;
  • Todos os territórios que o Japão roubou dos chineses, tais como a Manchúria, Formosa e os Pescadores, serão restituídos à República da China;
  • E que "em devido tempo", a Coreia se tornará livre e independente.
* O Pacto nipônico-soviético de 1941 foi um acordo de cinco anos de neutralidade entre as duas nações; em 1943 a União Soviética não estava em guerra com o Japão, enquanto que a China, o Reino Unido e os Estados Unidos estavam.
                                                                                                                                                  

Conferência de Teerã
A Conferência de Teerã (capital do Irã) foi a primeira reunião entre as três superpotências da Segunda Guerra Mundial. Na ocasião, reuniram-se o presidente dos EUA, Franklin Roosevelt, da URSS, Josef Stálin e do Reino Unido, Winston Churchill.  A conferência ocorreu entre 28 de novembro e 1º de dezembro de 1943.

Foram definidas as partilhas e  foi decidido que as forças anglo-americanas interviriam na França juntamente com a força soviética oriental, fazendo com que o cerco à Alemanha se fechasse. Falou-se ainda sobre a divisão do país e as fronteiras da Polônia, quando acabasse a guerra, além de criarem propostas de paz com colaboração de todas as nações.

Os EUA e o Reino Unido reconheceram a fronteira soviética no Ocidente, anexando a Estônia, Letônia, Lituânia e o leste polonês.

Fonte:
Wikipedia
*Escrito por Roberta Damiani

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Soldados de Hitler sucumbem perante soviéticos e Mussolini é derrubado na Itália


Na maior batalha de blindados da História, os nazistas foram derrotados em Kursk, na URSS.

No dia 5 de julho de 1943, iniciou-se a significante Batalha de Kursk na Frente Leste da Segunda Guerra Mundial.

A Batalha envolveu seis mil tanques de guerra, dois milhões de homens e cinco mil aviões.  Segundo conclusões modernas, 60 mil alemães morreram e outros 150 mil ficaram feridos. Já os soviéticos perderam cerca de 80 mil durante a batalha e 150 mil pessoas ficaram feridas. Somados os feridos e desaparecidos, o Exército Vermelho perdeu 500 mil pessoas, além de perder 50% de sua força de tanques durante toda a operação.

Após seis dias de intensos combates, que se concentraram perto de Prokhorovka, ao sul de Kursk, o marechal-de-campo alemão Gunther von Kluge suspendeu a ofensiva. Em 23 de julho, o Exército Vermelho obrigava os alemães a recuarem para as suas posições originais antes da investida.

Terminou-se, então, a Batalha de Kursk com a importante vitória do Exército Vermelho e o fim da iniciativa alemã.

No documentário da coleção sobre a 2ª Guerra Mundial, Battlefield, vemos como se deu a batalha, crucial para liquidar o poder ofensivo de Hitler.



Benito Mussolini
Na Itália, o governo Fascista de Benito Mussolini é derrubado, no dia 25 de julho, e por ordem do rei italiano, o líder do regime é preso. No dia seguinte, o Marechal Badoglio declara lei marcial na Itália. E no dia 28, é anunciado o fim do fascismo na Itália.

Mussolini foi um dos fundadores do Fascismo Italiano, que incluía elementos do nacionalismo, corporativismo, sindicalismo nacional, expansionismo, progresso social e anticomunismo, combinado com a censura de subversivos e propaganda do Estado. 



Fonte:
*Escrito por Larissa Godoy



quarta-feira, 15 de maio de 2013

Alemanha encurralada

Conferência de Trident

Em 12 de maio de 1943 começou a Conferência de Trident (ou Terceira Conferência de Washington) com os líderes de Estado dos EUA e do Reino Unido, Franklin Roosevelt e Winston Churchill, respectivamente.

Esta reunião foi uma estratégia dos países Aliados para destruírem os ataques do Eixo. Foram criados os ataques aéreos sobre a Alemanha, os planos para a Campanha da Itália e a Guerra do Pacífico.

No dia 27 de maio a Conferência se encerrou e os EUA e o Reino Unido colocaram em prática os ataques planejados.
 
O cerco se fecha

A partir de 1943 começa a se fechar o cerco para o Eixo e principalmente para a Alemanha. Os próprios militares alemães começam a montar um plano para assassinar Hitler. Todos querem que a guerra se encerre, mas a cega obsessão do Führer alemão não deixa que ele desista e perceba que a derrota já é certa.

Os territórios conquistados pelo Eixo estão sendo dominados pelos Aliados e as tropas estão se rendendo a eles. A força norte-americana aparece neste momento junto com a força e a inteligência britânica.

O Afrika Korps é tomado pelos Aliados na parte Norte da África, e em junho, os últimos alemães que tentavam lutar pelo território são derrotados junto com os submarinos que se retiram e encerram a Batalha do Atlântico.

O coronel Claus von Stauffenberg, após voltar machucado por conta de um atentado contra sua vida na África, anseia, com a ajuda de outros militares, colocar o Operação Valkíria em prática. A vida de Hitler corre perigo.

Fonte:
Wikipedia
*Escrito por Roberta Damiani

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Morre Reinhard Heydrich, monstro de Praga

Reinhard Heydrich
Reinhard Heydrich foi um importante militar alemão, integrante do auto escalão da  Obergruppenführer dentro da SS, a temida tropa de choque nazista. Ele liderou a RSHA e foi por dois anos presidente da Interpol. Preparou pessoalmente a Reunião de Wannsee, que implementou a "Solução Final da Questão Judaica", cuja meta era o extermínio de 11 milhões de judeus.

Hoje, poucos duvidam de sua perícia à frente do Sicherheitsdienst (SD - Serviço de Segurança), vinculada às SS, com o objetivo de investigar, prender e eliminar toda oposição ao regime nazista, em especial nos países ocupados. O SD, sob a liderança de Heydrich, perseguiu comunistas, judeus e outros grupos religiosos que se recusaram a aderir ao nazismo. Heydrich foi, também, supervisor da "Solução Final" (Endlösung, em alemão). Nesta altura, ele foi incumbido de exercer o seu trabalho na Tchecoslováquia, onde se sabia da existência de um movimento de resistência nacional.

O Protektor em ação

Uma das primeiras atribuições dadas a Heydrich (que recebera o cargo de protetor dos territórios da Boêmia e Morávia, por isso ficou conhecido como Protektor) na SS foi estabelecer um modus operandi para o Sicherheitsdienst. O Protektor logo se destacou pela sua obsessão na busca de informações e denúncias, reais ou não, ciente de que estas garantiriam sua ascensão ao poder.

Outra ação audaciosa e inescrupulosa creditada a Heydrich foi a Operação Skoblin – a falsificação de documentos que denunciaram o envolvimento de generais russos com a espionagem alemã. Na época, Stalin teria sido induzido a expurgar quase todo o alto comando das forças armadas soviéticas, enfraquecendo seriamente a resistência militar da URSS diante  de um futuro e provável ataque alemão.

O atentado contra Heydrich

Na manhã de 27 de maio de 1942, Heydrich saiu no seu carro, acompanhado pelo seu motorista, para apanhar um avião até Berlim. Os assassinos, dois tchecoslovacos,  esperavam a postos numa curva onde supostamente o carro passaria. Um deles usava uma pistola Sten de fabricação britânica, que deveria disparar contra o Mercedes-Benz do Protektor – mas a arma falhou. Reagindo à falha do companheiro, o outro homem lançou uma bomba artesanal, atingindo o carro e ferindo Heydrich gravemente. Com o impacto da explosão da granada, Heydrich teve o baço perfurado por estilhaços e, posteriormente, devido à infecção, teve septicemia. Embora tenha sido socorrido imediatamente, morreu uma semana depois, em 4 de junho de 1942, num hospital (a morte se deu pela falta de penicilina, cuja fórmula os alemães ainda desconheciam). No funeral, toda a cúpula do Terceiro Reich se reuniu. Hitler declarou: "Ele foi um dos maiores nazistas, com coração de ferro, um dos mais implacáveis inimigos daqueles que se opõem a este Reich".

O jornalista Alberto Dines, em programa que foi ao ar na TV Brasil, pelo Observatório da Imprensa, numa série de quatro programas especiais sobre os 70 anos do fim da guerra, comentou que Hitler ficou furioso ao saber do atentado. "A Besta Loura, como foi chamado, ou Monstro de Praga, era o braço direito de Heinrich Himmler, o chefe da Gestapo, muito respeitado pelo próprio Führer e foi o responsável por algumas das mais brutais e sangrentas ações nazistas, como a Noite dos Cristais, que destruiu milhares de lojas, fábricas e sinagogas dos judeus em toda a Alemanha, em 1938", disse.

"Ao saber da morte do `Protetor da Tchecoslováquia´, o Führer decidiu assassinar aleatoriamente 10 mil pessoas", prosseguiu Dines. A fúria de Hitler concentrou-se depois na pequena vila de Lídice, que teria abrigado os autores do ataque. Cerca de 300 pessoas foram mortas (todos os habitantes). Os países aliados criticaram duramente as mortes e diversas localidades foram batizadas com o nome da vila.

Fontes:
Wikipedia
Observatorio da Imprensa
*Escrito por Larissa Godoy

quarta-feira, 8 de maio de 2013

O Ataque Doolittle


No mês de abril de 1942 o clima entre Japão e Estados Unidos começou a esquentar cada vez mais. Os americanos se rendem aos japoneses em Bataan. E em represália ao ataque à Pearl Habor, os americanos planejaram o Ataque Doolittle, onde atacaram as cidades de Tóquio, Yokogama, Nagoya e Kobe.

Arquitetado pelo Tenente-Coronel James Harold Dolittle, o ataque foi realizado em 18 de abril e foram usados 230 kg de bombas. A investida obrigou os japoneses a se mudarem para suas ilhas, onde poderiam ter usados as suas unidades de caça contra os Aliados.

Após o ataque a Tóquio, foi descoberto que dois aviões estavam desaparecidos. Meses depois soube-se que pelo menos oito pilotos americanos eram mantidos reféns na sede da polícia japonesa.

O episódio foi recriado nos filmes Trinta Segundos sobre Tóquio (1944) e Pearl Harbor (2001).

Fonte:
*Escrito por Roberta Damiani

terça-feira, 7 de maio de 2013

A Batalha do Mar de Java


Local da batalha

O que foi? 

O maior episódio Naval, desde a Primeira Guerra Mundial,  que ocorreu em 27 de fevereiro de 1942.  Uma batalha travada entre as forças japonesas contra os Aliados, que se subdividiu em atritos menores, mas de grandes perdas. 

Entenda a Batalha

No mês de fevereiro de 1942, os japoneses atacavam a Europa através do Pacífico, contando com navios e equipamentos marinhos de última geração. Em contrapartida, holandeses e norte-americanos contavam apenas com alguns vasos de guerra, ainda da Primeira Guerra Mundial. 

A partir daí, algumas batalhas foram travadas:

- 13 de fevereiro: Aliados tentaram sem sucesso impedir o desembarque e a captura do maior porto exportador de petróleo na Sumatra.

- 19 de fevereiro: A 1ª Frota Aeronaval do almirante Chuichi Nagumo destruiu o porto de Darwin (base naval e linha e de suprimentos para as operações nas Índias Orientais).

Sobre Java

Foi no dia 27 de fevereiro de 1942 que o Japão, com comboios e escolta, foi para o mar, com intuito de invadir Java. O Mar de Java fica no sul do Oceano Pacífico e tem cerca de 310.000 km². Tentando defendê-lo do ataque japonês, as forças navais Britânicas, da Holanda, da Austrália e americana se juntaram. Apesar da fusão de forças, os Aliados estavam em extrema desvantagem. 

Quando se encontraram, os combates duraram do meio dia à meia noite. 

Sobre o Estreito de Sonda

Os Aliados sofreram vários danos. Muitos navios foram afundados e muitos homens foram mortos. Sendo assim, com a escassez de armamentos, em 28 de fevereiro, os aliados navegaram até o porto de Tjilatjap pelo Estreito de Sonda. Porém com a escassez de combustível, encontraram-se com o núcleo da força naval japonesa. Travou-se então, uma batalha desigual. As forças dos Aliados foram desimadas. Já os japoneses apenas perderam um navio de transporte de tropa.

Balanço Geral

A batalha exterminou a força naval Aliada. Os japoneses conseguiram invadir Java, ainda que houvesse resistência britânica e holandesa na ilha, e em março aconteceu a rendição total das forças terrestres.

Fonte:

*Escrito por Vanessa Beraldo

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Os japoneses atacam Pearl Harbor e os Estados Unidos entram na Guerra

'Tora! Tora! Tora!': a temida esquadra americana afunda, em chamas, em águas havaianas


Em 7 de dezembro de 1941, num ataque supostamente inesperado, o Japão bombardeou a base norte-americana no Havaí. Supostamente, pois já desde meados de 1940, os Estados Unidos conseguiam decifrar os códigos diplomáticos japoneses e interceptar, de antemão,  seus movimentos. Desta forma, embora desconhecessem o dia e hora do ataque, já esperavam por ele.

Os dois países, já há anos, viviam um clima de estabilidade frágil. Desde o início do século, eles disputavam entre si a detenção do comércio no Pacífico e no Extremo Oriente. O Japão ascendeu como nova potência mundial na década de 1930 e os Estados Unidos sabiam que ele seria seu principal adversário no caso de guerra. Desde 1931, quando houve a Ocupação da Manchúria, os norte-americanos viam claramente a real possibilidade de um conflito.

Por serem capazes de interceptar as mensagens em códigos dos japoneses, os Estados Unidos estavam prevenidos. Contudo, eles criam que nada seria feito contra Pearl Harbor, mas somente contra outras bases, na Ilha de Guam e nas Filipinas, e só se preocuparam em protegê-las, deixando o Havaí de lado. Contudo, tal suposição se mostrou errônea. 

Conforme estudos de historiadores, naquele dia 7 de dezembro, o chefe de Estado-Maior, general George Marshall, recebeu um aviso do possível ataque japonês a uma base americana, mas o alerta mandado a Pearl Harbor chegou muito tarde e nada mais pôde ser feito.

O ataque teve enormes proporções e mais de 2.000 americanos morreram, além da destruição de 18 embarcações e 349 aeronaves.  Segundo as palavras do presidente Roosevelt, esta foi "uma data que viverá na infâmia".

Tal acontecimento foi a gota d’água que fez com que os Estados Unidos entrassem na Segunda Guerra Mundial, fazendo assim com que o conflito, que já tomava conta de toda a Europa, se alastrasse pelo continente americano. Pode-se dizer, com base em estudos da História, que desde o início os EUA esperavam que o Japão desse o primeiro passo e, assim, eles entrariam na guerra como vítimas, não como agressores.  

Pearl Harbor antes do ataque 

Destruição da base

Em 2001, foi lançado um filme sobre o acontecimento na base. Ben Affleck, Kate Beckinsale e Josh Hartnett protagonizam esta obra do cinema. Pearl Harbor ganhou o Oscar de Melhores Efeitos Sonoros e foi indicado em outras três categorias: Melhores Efeitos Especiais, Melhor Som e Melhor Canção Original ("There You'll Be"). Também recebeu duas indicações ao Globo de Ouro, nas categorias de Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original.




Fontes:

*Escrito por Emily Caroline



sábado, 4 de maio de 2013

Operação Barbarossa



Adolf Hitler                   Josef Stálin

Foi como ficou conhecida a operação militar em que a Alemanha nazista invadiu a União Soviética, iniciada em 22 de junho de 1941.

O objetivo dos alemães era o domínio imediato da União Soviética, antes do rigoroso inverno Russo, a começar por Arkhangelsk e Astrakhan, chamada de linha A-A. Mas no fim de janeiro de 1942 as tropas de Hitler foram paralisadas pelo Exercito Vermelho. Impedindo que conseguissem conquistar Moscou, já que o grupo inicial da ofensiva não foi formado novamente.

Hitler desde o inicio soube que deveria evitar o rigoroso inverno russo, para isso ele enviou sua imensa tropa antes do rigoroso inverno russo.


Forças
~3.9 milhões (incluindo reserva)
3.600 veículos blindados
4.389 aeronaves
46.000 peças de artilharia
~3,2 milhões inicialmente (após mais de 5 milhões)
12-15.000 veículos blindados,
35-40,000 aeronaves (11.357 prontas para o combate no dia 22 de junho de 1941)
Baixas
250.000 mortos
500,000 feridos
25,000 desaparecidos
2.093 aeronaves destruídas
2,758 blindados destruidos
802.191 mortos (somente baixas documentadas)
3,000,000 feridos
3.300.000 capturados.
21,200 aeronaves destruídas
20,500 veículos blindados perdidos


Pacto Ribbentrop-Molotov

É o acordo de não-agressão, assinado dois anos antes, pelos dois países, mas o governo alemão não respeitou o pacto invadindo o governo de Stalin. E por acreditar nesse pacto, Stalin levou algum tempo até acreditar que Hitler, o mesmo com quem assinara um pacto de não-agressão, estava invadindo o seu país.

Por que Barbarossa?

Federico Barbarossa foi Imperador do Sacro Império Romano-Germânico. O nome Barbarossa (barba roxa) seria uma referência a sua longa barba ruiva. Seu governo foi reconhecido como precursor da unidade do povo alemão no século XIX, assegurando a influência alemã na Europa Ocidental.












As mesmas dificuldades de Napoleão

De acordo com muitos livros de História, a comparação das trajetórias de Adolf Hitler e Napoleão Bonaparte demonstra que o passado pode ser uma importante fonte de aprendizado. Não considerando o desastroso resultado da campanha russa promovida por Napoleão, em 1812, as tropas nazistas sofreram semelhante derrota contra as forças russas na Batalha de Stalingrado, em 1942. Contudo, não seriam essas as únicas semelhanças entre os líderes que almejavam ser senhores da Europa. O principal fator para a desistência de Hitler da Rússia foi a chegada do terrível inverno. Em 1941, a Alemanha já tinha invadido um espaço quatro vezes maior que a Grã-Bretanha. Mas a chegada do inverno com temperaturas de 10 graus negativos foi decisivo para vitória russa.

Fontes : 
Sala de Guerra

*Escrito por Filipe Pontes