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quarta-feira, 22 de maio de 2013

O Começo do Fim da Guerra


Uma guerra não é feita só de batalhas. Muito mais importante é a estratégia usada por trás de cada investida. A Batalha da Normandia foi a cartada de mestre para o grupo dos Aliados. 

Para entendermos melhor esta história, precisamos voltar um pouco no tempo. Em 1940 o território europeu sofreu invasões nazistas por todos os lados. A França não ficou de fora. Seu território (estratégico) foi tomado por soldados nazistas que ali se instalaram e ficaram por muito tempo.

Local onde travou-se a Batalha
Em 1943, os Aliados planejavam um ataque ao território Alemão, mas, pelo difícil acesso, achavam que fosse impossível. Porém o militar inglês Frederick Morgam começou então a arquitetar um plano de ataque pelo litoral.  No mesmo ano, ele apresentou tal plano, com o nome de Operação Overlord. Tratava-se de um ataque ao território francês pela praia da Normandia, no ano seguinte.

Hitler e o comandante do exército alemão, Rommel, desconfiavam do plano dos Aliados, mas divergiam quanto ao local do ataque.  Pode parecer uma falha boba, mas custou ao Führer mais caro do que podia imaginar.

Muralha do Atlântico
O dia do ataque foi 6 de junho de 1944, mas antes mesmo do Dia D, como ficou conhecido, os pára- quedistas e bombardeios aéreos e navais já haviam chegado. A defesa dos nazistas era a chamada “Muralha do Atlântico”, que havia sido recém construída. Porém, tal muralha não obteve muito êxito em impedir a entrada dos mais de 185.000 homens e 20.000 veículos aéreos, marítimos e terrestres.

As ações da batalha foram divididas por praias. “Americanos atacaram Utah e Omaha enquanto anglo-canadenses atacaram Juno, Gold e Sword”, segundo o site Info Escola. Estas divisões estratégicas foram um motivo a mais de tal ataque ter dado certo. Logo, apesar da fortíssima resistência nazista, os soldados foram invadindo o território francês terra adentro.

Tropas desembarcando
A Batalha de Normandia é conhecida por ser o maior ataque anfíbio da História.  Foi, em verdade, “o começo do fim da guerra”. Depois dele, o exército de Hitler foi duramente pressionado e perdeu as suas forças aos poucos. Com esta batalha, podemos aprender que muito maior que a força física é a força estratégica, e é nela que devemos apostar. 

Fonte:

*Escrito por Vanessa Beraldo

segunda-feira, 20 de maio de 2013

[livro e filme] Operação Valkíria


Resenha do livro

Editora: Novo Século
Ano: 2009

Operação Valkíria é um livro de caráter jornalístico escrito por Jesús Hernández. Narra os fatos do dia 20 de julho de 1944, quando o coronel Claus von Stauffenberg e alguns militares alemães fizeram um atentado contra a vida de Hitler.

Stauffenberg era um homem de personalidade carismática e, com isso, conseguiu reunir figuras importantes para seu complô contra o mais cruel ditador de todos os tempos.

O autor visitou lugares importantes para tentar ilustrar como ocorreu cada atentado, cada ação do coronel e a vingança de Hitler.

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Pôster oficial em português - divulgação

Adaptação cinematográfica

Ano: 2008
Elenco principal: Tom Cruise, Bill Nighy, Carice van Houten

Sinopse: Depois de voltar da África gravemente ferido por causa de um atentado, o coronel Claus von Stauffenberg se envolve em uma conspiração que quer acabar com a vida de Hitler. O plano do grupo é pôr em prática a Operação Valkíria. 

A operação foi arquitetada com o fim de, em 20 de julho de 1944, colocar uma bomba a menos de um metro do terceiro reich. Aos poucos, von Stauffenberg vai ganhando destaque na “organização” e o plano torna forma.


Abaixo, o trailer do filme legendado em português:

Fonte:
Conhecimentos pressoais
*Escrito por Roberta Damiani




quinta-feira, 16 de maio de 2013

Soldados de Hitler sucumbem perante soviéticos e Mussolini é derrubado na Itália


Na maior batalha de blindados da História, os nazistas foram derrotados em Kursk, na URSS.

No dia 5 de julho de 1943, iniciou-se a significante Batalha de Kursk na Frente Leste da Segunda Guerra Mundial.

A Batalha envolveu seis mil tanques de guerra, dois milhões de homens e cinco mil aviões.  Segundo conclusões modernas, 60 mil alemães morreram e outros 150 mil ficaram feridos. Já os soviéticos perderam cerca de 80 mil durante a batalha e 150 mil pessoas ficaram feridas. Somados os feridos e desaparecidos, o Exército Vermelho perdeu 500 mil pessoas, além de perder 50% de sua força de tanques durante toda a operação.

Após seis dias de intensos combates, que se concentraram perto de Prokhorovka, ao sul de Kursk, o marechal-de-campo alemão Gunther von Kluge suspendeu a ofensiva. Em 23 de julho, o Exército Vermelho obrigava os alemães a recuarem para as suas posições originais antes da investida.

Terminou-se, então, a Batalha de Kursk com a importante vitória do Exército Vermelho e o fim da iniciativa alemã.

No documentário da coleção sobre a 2ª Guerra Mundial, Battlefield, vemos como se deu a batalha, crucial para liquidar o poder ofensivo de Hitler.



Benito Mussolini
Na Itália, o governo Fascista de Benito Mussolini é derrubado, no dia 25 de julho, e por ordem do rei italiano, o líder do regime é preso. No dia seguinte, o Marechal Badoglio declara lei marcial na Itália. E no dia 28, é anunciado o fim do fascismo na Itália.

Mussolini foi um dos fundadores do Fascismo Italiano, que incluía elementos do nacionalismo, corporativismo, sindicalismo nacional, expansionismo, progresso social e anticomunismo, combinado com a censura de subversivos e propaganda do Estado. 



Fonte:
*Escrito por Larissa Godoy



quarta-feira, 15 de maio de 2013

Alemanha encurralada

Conferência de Trident

Em 12 de maio de 1943 começou a Conferência de Trident (ou Terceira Conferência de Washington) com os líderes de Estado dos EUA e do Reino Unido, Franklin Roosevelt e Winston Churchill, respectivamente.

Esta reunião foi uma estratégia dos países Aliados para destruírem os ataques do Eixo. Foram criados os ataques aéreos sobre a Alemanha, os planos para a Campanha da Itália e a Guerra do Pacífico.

No dia 27 de maio a Conferência se encerrou e os EUA e o Reino Unido colocaram em prática os ataques planejados.
 
O cerco se fecha

A partir de 1943 começa a se fechar o cerco para o Eixo e principalmente para a Alemanha. Os próprios militares alemães começam a montar um plano para assassinar Hitler. Todos querem que a guerra se encerre, mas a cega obsessão do Führer alemão não deixa que ele desista e perceba que a derrota já é certa.

Os territórios conquistados pelo Eixo estão sendo dominados pelos Aliados e as tropas estão se rendendo a eles. A força norte-americana aparece neste momento junto com a força e a inteligência britânica.

O Afrika Korps é tomado pelos Aliados na parte Norte da África, e em junho, os últimos alemães que tentavam lutar pelo território são derrotados junto com os submarinos que se retiram e encerram a Batalha do Atlântico.

O coronel Claus von Stauffenberg, após voltar machucado por conta de um atentado contra sua vida na África, anseia, com a ajuda de outros militares, colocar o Operação Valkíria em prática. A vida de Hitler corre perigo.

Fonte:
Wikipedia
*Escrito por Roberta Damiani

domingo, 12 de maio de 2013

Batalha de Stalingrado

Rendição do Exército Alemão
Em 2013, foram comemorados 70 anos da Batalha de Stalingrado, em 02 de fevereiro. Data que marcou, em 1943, a primeira grande derrota alemã, considerada pelos russos o acontecimento que salvou a Europa do nazismo.

Posição defensiva soviética
Stalingrado, que até 1925 se chamava Tsarítsin e recebera o novo nome em homenagem ao líder soviético Josef Stalin, é uma cidade russa atualmente chamada Volgogrado, por se localizar às margens do rio Volga. Desde que os alemães invadiram a URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas) na Operação Barbarossa, quebrando assim o pacto de não-agressão que Hitler fizera com Stalin em 1939, os nazistas eram vitoriosos, mas o Exército Vermelho resistia bravamente. Mesmo sofrendo baixas consideráveis em seu exército, o Fürher ordenava sempre que avançassem "até o último homem".

A cidade, próxima à fronteira com o Cazaquistão, era um ponto estratégico para a dominação nazista daquela parte do mundo, um pólo industrial e bélico e, além disso, era ali que a Rússia detinha grande parte de seu petróleo. Logo transformou-se no centro da guerra e, em 03 de setembro de 1942, o general Von Paulus conseguiu romper, com seus homens, as barreiras soviéticas e adentrá-la.

General Von Paulus e oficiais após a rendição
Porém, o inverno logo tornou-se incrivelmente rigoroso e esta foi a principal causa da rendição alemã, a primeira desde o início da Guerra. A batalha durou cinco meses e, mesmo que Hitler tenha sido cruel a ponto de sacrificar "até o último homem" de seu exército em uma luta que já estava praticamente perdida, o general, desobedecendo às ordens superiores, acabou por se render em 31 de janeiro de 1943. Dois dias depois, o remanescente do exérito alemão, mais de 90 mil homens exaustos, doentes e famintos entregaram suas armas.

         
O acontecimento em Stalingrado foi um dos episódios mais sangrentos da História. Estima-se que houve mais de duas milhões de mortes, dentre soldados e civis, prisioneiros ou mortos em combate, por frio ou fome, soviéticos, alemães ou de outros países envolvidos. 
Stalingrado após a batalha

Contudo, pode-se afirmar que foi nesta batalha  que o rumo da Guerra foi mudado. A partir dela, o nazismo perdia seu controle sobre o mundo.
 









Fontes: 
Wikipedia
G1
Brasil Escola
Unificado 
*Escrito por Emily Caroline
 

sábado, 4 de maio de 2013

Operação Barbarossa



Adolf Hitler                   Josef Stálin

Foi como ficou conhecida a operação militar em que a Alemanha nazista invadiu a União Soviética, iniciada em 22 de junho de 1941.

O objetivo dos alemães era o domínio imediato da União Soviética, antes do rigoroso inverno Russo, a começar por Arkhangelsk e Astrakhan, chamada de linha A-A. Mas no fim de janeiro de 1942 as tropas de Hitler foram paralisadas pelo Exercito Vermelho. Impedindo que conseguissem conquistar Moscou, já que o grupo inicial da ofensiva não foi formado novamente.

Hitler desde o inicio soube que deveria evitar o rigoroso inverno russo, para isso ele enviou sua imensa tropa antes do rigoroso inverno russo.


Forças
~3.9 milhões (incluindo reserva)
3.600 veículos blindados
4.389 aeronaves
46.000 peças de artilharia
~3,2 milhões inicialmente (após mais de 5 milhões)
12-15.000 veículos blindados,
35-40,000 aeronaves (11.357 prontas para o combate no dia 22 de junho de 1941)
Baixas
250.000 mortos
500,000 feridos
25,000 desaparecidos
2.093 aeronaves destruídas
2,758 blindados destruidos
802.191 mortos (somente baixas documentadas)
3,000,000 feridos
3.300.000 capturados.
21,200 aeronaves destruídas
20,500 veículos blindados perdidos


Pacto Ribbentrop-Molotov

É o acordo de não-agressão, assinado dois anos antes, pelos dois países, mas o governo alemão não respeitou o pacto invadindo o governo de Stalin. E por acreditar nesse pacto, Stalin levou algum tempo até acreditar que Hitler, o mesmo com quem assinara um pacto de não-agressão, estava invadindo o seu país.

Por que Barbarossa?

Federico Barbarossa foi Imperador do Sacro Império Romano-Germânico. O nome Barbarossa (barba roxa) seria uma referência a sua longa barba ruiva. Seu governo foi reconhecido como precursor da unidade do povo alemão no século XIX, assegurando a influência alemã na Europa Ocidental.












As mesmas dificuldades de Napoleão

De acordo com muitos livros de História, a comparação das trajetórias de Adolf Hitler e Napoleão Bonaparte demonstra que o passado pode ser uma importante fonte de aprendizado. Não considerando o desastroso resultado da campanha russa promovida por Napoleão, em 1812, as tropas nazistas sofreram semelhante derrota contra as forças russas na Batalha de Stalingrado, em 1942. Contudo, não seriam essas as únicas semelhanças entre os líderes que almejavam ser senhores da Europa. O principal fator para a desistência de Hitler da Rússia foi a chegada do terrível inverno. Em 1941, a Alemanha já tinha invadido um espaço quatro vezes maior que a Grã-Bretanha. Mas a chegada do inverno com temperaturas de 10 graus negativos foi decisivo para vitória russa.

Fontes : 
Sala de Guerra

*Escrito por Filipe Pontes