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sábado, 25 de maio de 2013

Batalha do Golfo de Leyte

Em 23 de outubro iniciou-se a Batalha do Golfo de Leyte, a maior batalha naval da história contemporânea. Aconteceu em torno da ilha de Leyte, nas Filipinas, entre o Japão e os Aliados.

As quatro áreas da Batalha do Golfo de Leyte,
em cada uma delas houve uma batalha naval
A batalha foi uma campanha naval dividida em quatro batalhas correlatas: Batalha do Mar de Sulu, Batalha do Estreito de Surigao, Batalha do Cabo Engaño e Batalha de Samar.

Os objetivos dos Aliados ao invadirem a ilha de Leyte era cortar a ligação e as linhas de suprimento entre o Japão e o resto de suas colônias do Sudeste Asiático, principalmente o fornecimento de petróleo para a marinha japonesa. Os japoneses, por sua vez, reuniram todas as suas principais forças navais que ainda estavam na guerra para reprimir o desembarque das tropas aliadas, mas falharam em seu objetivo, sendo derrotados e sofrendo pesadas baixas.

A Batalha do Golfo de Leyte foi o último grande confronto naval da II Guerra Mundial, porque após sua derrota a Marinha Imperial Japonesa não mais teve condições de colocar em combate uma força naval significativa, e sem combustível para seus navios restantes aguardou pelo fim da guerra ancorada em suas águas territoriais. Foi em Leyte que aconteceram, pela primeira vez na guerra, os ataques suicidas dos aviões kamikaze japonês, contra a frota norte-americana no teatro da Guerra do Pacífico.

A frota japonesa não foi destruída em Leyte, porém sua derrota em defender as águas Filipinas permitiu que ficassem longe dos recursos petrolíferos e ao alcance dos bombardeios americanos, abrindo caminho para a invasão de Iwo Jima e Okinawa.


A Batalha terminou em 26 de outubro, com o poderio aeronaval japonês dizimado pela marinha americana.

Fonte:
*Escrito  por Larissa Godoy

quarta-feira, 22 de maio de 2013

O Começo do Fim da Guerra


Uma guerra não é feita só de batalhas. Muito mais importante é a estratégia usada por trás de cada investida. A Batalha da Normandia foi a cartada de mestre para o grupo dos Aliados. 

Para entendermos melhor esta história, precisamos voltar um pouco no tempo. Em 1940 o território europeu sofreu invasões nazistas por todos os lados. A França não ficou de fora. Seu território (estratégico) foi tomado por soldados nazistas que ali se instalaram e ficaram por muito tempo.

Local onde travou-se a Batalha
Em 1943, os Aliados planejavam um ataque ao território Alemão, mas, pelo difícil acesso, achavam que fosse impossível. Porém o militar inglês Frederick Morgam começou então a arquitetar um plano de ataque pelo litoral.  No mesmo ano, ele apresentou tal plano, com o nome de Operação Overlord. Tratava-se de um ataque ao território francês pela praia da Normandia, no ano seguinte.

Hitler e o comandante do exército alemão, Rommel, desconfiavam do plano dos Aliados, mas divergiam quanto ao local do ataque.  Pode parecer uma falha boba, mas custou ao Führer mais caro do que podia imaginar.

Muralha do Atlântico
O dia do ataque foi 6 de junho de 1944, mas antes mesmo do Dia D, como ficou conhecido, os pára- quedistas e bombardeios aéreos e navais já haviam chegado. A defesa dos nazistas era a chamada “Muralha do Atlântico”, que havia sido recém construída. Porém, tal muralha não obteve muito êxito em impedir a entrada dos mais de 185.000 homens e 20.000 veículos aéreos, marítimos e terrestres.

As ações da batalha foram divididas por praias. “Americanos atacaram Utah e Omaha enquanto anglo-canadenses atacaram Juno, Gold e Sword”, segundo o site Info Escola. Estas divisões estratégicas foram um motivo a mais de tal ataque ter dado certo. Logo, apesar da fortíssima resistência nazista, os soldados foram invadindo o território francês terra adentro.

Tropas desembarcando
A Batalha de Normandia é conhecida por ser o maior ataque anfíbio da História.  Foi, em verdade, “o começo do fim da guerra”. Depois dele, o exército de Hitler foi duramente pressionado e perdeu as suas forças aos poucos. Com esta batalha, podemos aprender que muito maior que a força física é a força estratégica, e é nela que devemos apostar. 

Fonte:

*Escrito por Vanessa Beraldo